segunda-feira, 4 de abril de 2011


O que é o dom do amor?
Por: Raquel Eliane Costa

O QUE É O DOM DO AMOR?

Fui questionada sobre o dom do amor, eis o que respondi:
O dom do amor é mais que uma força sobrenatural que nos impulsiona
a realizar atos que julgamos estar além de nossas forças.
É a esperança que o futuro será melhor que hoje.
É a certeza que após uma noite de choro a alegria vem.
É mais que um pressentimento que nos avisa e nos deixa em alerta.
O dom do amor é o calor que nos aquece durante a noite fria...
É o aconchego carinhoso do abraço...
É a felicidade do reencontro...
É o sorriso de alívio e a lágrima de felicidade...
É o ombro amigo na hora da angústia e a paz em meio à tribulação...
É o canto suave dos pássaros e o frescor da manhã...
O dom do amor é a mão amiga que consola, é a confiança e o cuidado!
Ter dentro de si o dom do amor é privilégio, pois é dom celestial.
É sentir o peito se incendiar de satisfação.
É a comoção diante da dor alheia...
É a força para lutar a cada novo dia e fazer desse dia, um dia novo.
É a superação que faz a mãe carregar por nove longos meses uma barriga crescente
e mesmo sabendo que as dores serão imensas, decide ter o filho e é capaz de morrer por ele.
É mais que ouvir a voz do coração alheio angustiado pedindo socorro...
É poder ouvir o grito silencioso de um olhar amargurado.
É ver a lágrima os olhos secos.
É ouvir sem nada ser dito.
O dom do amor é um elo que nos une e a distância que nos separa.
É o perdão gratuito e incondicional!
É a mão da mãe alisando os cabelos do filho deitado em seu colo,
É mais que confiança e a compaixão, é mais que prazer...
É o querer estar sempre junto é segurar nas mãos sem prender.
O dom do amor é sublime e apaga todos os outros dons!
O amor cura, liberta salva e não acaba com a morte!
Nem se apaga com água, pois basta uma simples fagulha para a chama reacender.
O amor é mais que o cheiro do olfato, é mais que o tato do toque, é mais que o sabor do paladar,
é mais que o som da audição.
É mais que a vida!
É a essência da vida traduzida num ato.
É a morte de Cristo para que todos nós fossemos livres.


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